Cientistas registaram uma estrutura coralina gigantesca nas Ilhas Salomão, um achado que ajuda a perceber a saúde dos recifes.
A estrutura destaca-se pelo tamanho e pela antiguidade, tornando-se um registo importante para comparar o crescimento de corais em diferentes oceanos.
Corais gigantes podem conservar sinais de décadas de mudanças ambientais, oferecendo pistas sobre temperatura, stress e resiliência do recife.
O ambiente tropical do arquipélago favorece recifes diversos, mas também expostos a pressões como aquecimento da água e alterações do habitat.
A equipa avaliou a forma, a extensão e o estado geral da colónia para confirmar a sua dimensão extraordinária e o interesse científico.
Descobertas assim chamam a atenção para a conservação marinha, porque recifes antigos e grandes também dependem de condições estáveis para sobreviver.
Além do valor simbólico, o registo amplia a base de dados sobre corais monumentais e ajuda a orientar futuras campanhas de monitorização.
Este coral torna-se uma referência para estudos futuros sobre crescimento, conservação e resistência dos ecossistemas marinhos no Pacífico.