A história de um menino de dois anos e do bisavô mostra como a presença familiar pode acompanhar a vida com Parkinson.
Com apenas dois anos, o menino participa, à sua maneira, no apoio ao bisavô. A história não especifica tarefas concretas.
A ajuda do menino é apresentada como apoio familiar; não deve ser confundida com tratamento médico para Parkinson.
A relação entre bisneto e bisavô põe em destaque a companhia, sem atribuir à criança responsabilidades de cuidador.
Aos dois anos, a participação do menino deve ser entendida dentro das suas capacidades, sem tarefas de adulto.
A companhia da criança não substitui os cuidados do adulto nem permite concluir que possa controlar os efeitos da doença.
A história não indica mudanças nos sintomas de Parkinson; o que destaca é o apoio familiar, não um efeito terapêutico.
A história valoriza a proximidade entre bisneto e bisavô, enquanto os cuidados e as decisões sobre Parkinson cabem aos adultos e profissionais.