Publicidade
3. O exagero é o motor da hipérbole
A hipérbole exagera de propósito. Um exemplo possível é: «O teu sorriso ilumina a rua toda, até os candeeiros ficam com ciúmes.»
Ninguém precisa de acreditar que a luz mudou realmente. O exagero assinala a brincadeira e dá escala ao elogio.
Publicidade
Para funcionar como piropo, a frase deve soar leve e ajustada à conversa, em vez de parecer uma afirmação literal ou insistente.
4. Quando o Sol entra na conversa
A personificação atribui características ou ações humanas a algo que não é uma pessoa.
É o que acontece neste exemplo original: «O Sol hoje perguntou se podia aprender contigo a sorrir.»
O Sol ganha voz e curiosidade, como uma personagem de uma história.
Esse pequeno desvio do real cria humor sem exigir uma piada complicada, e transforma um elogio ao sorriso numa cena imaginária.
Publicidade



























