13. Nesse estudo, a oxitocina alterou a avaliação do toque
Durante a experiência com ressonância magnética, os investigadores compararam a administração intranasal de oxitocina com um placebo.
Os participantes que receberam oxitocina avaliaram como mais agradável o toque que atribuíam ao parceiro.
O resultado pertence às condições específicas daquela experiência.
Não demonstra que a oxitocina, por si só, produza amor, nem que um efeito observado em laboratório explique tudo o que acontece numa relação fora dele.
14. O cérebro respondeu de forma diferente ao toque do parceiro
O estudo sobre toque romântico encontrou alterações em respostas do núcleo accumbens e do córtex cingulado anterior após a administração de oxitocina, quando os participantes pensavam que o toque vinha do parceiro.
Estas áreas foram analisadas no contexto da experiência e das tarefas realizadas.
Os resultados não constituem um teste cerebral capaz de medir o amor de alguém, nem permitem avaliar, com uma imagem, se uma relação é boa ou duradoura.



























